A Padeira de Vale de Ílhavo

Padeira

Nem só de pão vive o Homem
Mas também (e sobretudo)
Quem provou o de Vale de Ílhavo
Pode crer que é sortudo…

Há uma padeira famosa
Por coisas que já lá vão…
A padeira de Vale de Ílhavo
É famosa por seu pão.

Também é mulher guerreira
Que defende a tradição
É pela sua independência
Que leva ao forno o seu pão.

Das suas mãos vi nascer
Verdadeiras obras de arte
Feitas de ovos e farinha,
Que brilham em qualquer parte.

 

Estive, hoje de manhã, no mercado de Ílhavo, onde decorria a “Mostra de Folar de Vale de Ílhavo” e o “CRIAI – Certame Representativo de Ideias e Artesanato de Ílhavo”, iniciativas destinadas a dinamizar o mercado local.
O ambiente de mercado não é, obviamente, o melhor para ler poesia. Li dois poemas, mas a sensação é que não havia quase ninguém a ouvir.
Escrevi este poema, alusivo às padeiras, a pedido da minha amiga Graça Rocha, da Junta de Freguesia de S. Salvador, organizadora do evento.

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