Histórias de Ensinar

O livro Histórias de Ensinar, publicado pela Raiz Editora em E-book, em formato pdf, está disponível para leitura / download no site da editora.

Trata-se de uma coletânea de histórias contadas por professores e educadores, na sequência de um passatempo promovido no facebook.

A minha participação chama-se Pais e filhos e está na página 46. Podes ler aqui

Histórias de ensinar

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Teatro

Inventão 2

No teatro, sobre o palco

Posso ser o que quiser:

.

Uma coroa na cabeça

Logo me transformo em rei

Rei de um reino distante

E que nunca visitei

.

Uma pistola de plástico

E sou um ladrão

Que foge às grades

De uma fingida prisão.

.

Cassetete e chapéu

E sou um polícia

Que desvenda crimes

Com grande perícia.

.

Um leme de barco

Sou um capitão

De um pedaço de madeira

Que está preso ao chão.

.

Ponho uma enxada ao ombro

E sou uma camponesa

Depois mudo de vestido

E já sou uma princesa

.

Faço uma cara de má

Passo a ser uma vilã

E para ser uma ovelha

Visto um casaco de lã

.

Posso ser o que quiser

Mas se a peça acabou

Eu fico muito feliz

De voltar a ser quem sou.

Cecília Roque

 

Este poema da Cecília venceu, no escalão do 3º Ciclo, o Concurso Literário Jovem promovido pela Câmara Municipal de Ílhavo.

 

Foto: dramatização de um texto de Manuel António Pina – “A Arca do Não É” – pela turma do 7.º F da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, na Biblioteca Municipal de Ílhavo, no dia Mundial da Poesia. Cecília era o Inventão.

 

É a segunda vez que a Cecília vence este concurso. Venceu quando estava no 1º Ciclo (4º Ano) com um texto em prosa – Uma  aventura no mar – e agora, que está no 7º Ano, na modalidade de poesia.

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MV  

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Pais e filhos

Ensinar

 

Ainda não tinha dado aqui a novidade… o meu conto “Pais e filhos” foi selecionado para publicação no Passatempo “Histórias de Ensinar”, da Raiz Editora. Podes ler aqui.
Nota: apesar de continuar a dizer “vote na sua favorita” já acabou o período destinado às votações.

Nas imagens abaixo encontras outros textos (três poemas e três contos) que foram publicados em livro (o último está em processo de publicação no Brasil e na Itália, mas pode ser lido no site do concurso onde foi selecionado).

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Palavras do Mundo – Fronteira

Mais um poema selecionado para publicação no Brasil.

Com e sem rede

Os oceanos ou as cordilheiras
Estão hoje mais fáceis de transpor
E o mundo ali todo ao dispor
Num tempo em que se esbatem as fronteiras

Conversa-se, alheios a bandeiras,
O mundo todo ali mesmo ao redor…
Porém, e não será um pormenor,
Todos os dias surgem mais barreiras

Levantam-se fronteiras de indiferença,
Picos gelados mesmo à nossa porta,
Mares com tempestade em nosso prédio…

Sim, cresce a solidão, essa doença,
Quando falta o carinho que suporta,
O gesto que seria o remédio.

João Alberto Roque

 

Cartonera

Concorri com este soneto ao concurso “UNILA Cartonera 2013” da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.
Achei interessante a ideia deste concurso e o tema do poema foi inspirado na realidade da região – de fronteira – onde se situa aquela universidade tão especial, mas leva-nos a outras fronteiras mais difíceis de transpor.

A UNILA é uma universidade sedeada em Foz do Iguaçu, cidade brasileira na zona de fronteira, que integra uma área urbana com mais de 700 mil habitantes, constituída também por Ciudad del Este, no Paraguai e Puerto Iguazú, na Argentina, países com os quais a cidade faz fronteira, e dos quais está separada (ou unida) pelo Rio Iguaçu, onde se situam as Cataratas do Iguaçu, uma das vencedoras do concurso que escolheu as 7 Maravilhas da Natureza.
Os textos selecionados (em português e espanhol) foram publicados num livro produzido numa “oficina cartonera” que, ao que percebi, constitui um dinâmico movimento cultural na região, com a publicação de livros de forma artesanal.
A versão em pdf do livro (infelizmente sem a capa de cartão artesanal, que parece que vou eu tentar fazer) está disponível em
http://www.unila.edu.br/sites/default/files/files/TEXTO%20FINAL(1).pdf

 

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Novo conto publicado

O  meu conto “O rio corria calmo – Uma história de violênciaintegrado no  livro 39 Poemas & Contos contra o Racismo, já está disponível. Podes lê-lo, e guardá-lo em formato pdf (começa na página 116) em http://www.acidi.gov.pt/_cfn/532b149cb464c/live/39+Poemas+e+Contos+Contra+o+Racismo

O rio corria calmoImagem que acompanha o meu conto

Mas antes de leres o meu, lê o conto “Nyambura” (página 98). Endereço os meus parabéns a Ana Paula Oliveira, autora desta história notável.

Agora vou começar a ler os restantes textos publicados.

Brevemente esta obra estará disponível em papel, numa edição não destinada a ser comercializada.

Nas imagens abaixo encontras outros textos que foram publicados em livro (ou estão em processo, sempre longo, de publicação).

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    Uma história… a feijões ou um fundo de verdade num inverosímil conto de fadas      39 poemas

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39 Poemas & Contos contra o Racismo

O livro “39 Poemas & Contos contra o Racismo”, que inclui (na página 116) o meu conto O rio corria calmo – Uma história de violência, será lançado digitalmente no site www.acidi.gov.pt, no dia 21 de março, no âmbito das comemorações do Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial e do Dia Mundial da Poesia.

Será realizada brevemente uma cerimónia para o lançamento do livro em papel, mas a versão em pdf está acessível, na íntegra, aqui.

Imagem

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    Uma história… a feijões ou um fundo de verdade num inverosímil conto de fadas  Prémio Literário Hernâni Cidade   

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Se eu fosse um livro…

E se eu fosse um livro, por magia,

Para me poderes ler sobre esta mesa?

Se pudesse escolher, tenho a certeza,

Seria coletânea de poesia.

.

E em cada poema uma surpresa

A cada nova página que abria.

Sim, que esta capa gasta, quem diria,

Guarda dentro de si muita beleza

.

No ritmo e na rima dos poemas

Justa combinação, a dos fonemas,

Feita para que gostes de me ler.

.

Tudo depende só da tua escolha…

Perder-te-ias toda em cada folha.

Levar-te-ia aos cumes do prazer.

Como prometido no artigo anterior, em que dei conta de este soneto ter sido selecionado para publicação no concurso “A Palavra em Prisma”, organizado pelas Bibliotecas Públicas Municipais de Guarulhos – São Paulo – Brasil, aqui o deixo.

Quanto à imagem, regresso à que usei quando comecei o blogue a 20/01/2009.

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