À minha procura

À minha procura

Um dia lembrei-me
de escrever poesia…
Que tonto que eu era,
só que não sabia.

Pois pensava eu
que bastava querer…
Mas não é assim,
nisto de escrever.

E não sou capaz,
por muito que tente.
É que a poesia
ou nasce com a gente…

Rasguei os poemas
Quis outra aventura.
Ainda continuo
à minha procura.

(10 de Novembro de 1999)

Mão a escrever

Hoje, Dia Mundial da Poesia, lembrei-me de colocar um poema no blogue.

Este poema para mim significa muito… quando, já adulto, recomecei a escrever poesia, este foi o primeiro desta nova fase.

Como perdi os da juventude, é o segundo poema mais antigo que guardo… mais antigo só mesmo esta carta de amor (claro, não fui eu a guardá-la…).

Este belo desenho foi “colhido” num de imensos locais da internet em que aparece e desconheço quem será o autor.

Poderás também gostar de ler estas Infantilidades:

Carta de amor 2    Receitada pelo médico    Nós somos do mundo  Prémio Literário Hernâni Cidade  

ou ir para o início.

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